| ( ! ) Deprecated: Unparenthesized `a ? b : c ? d : e` is deprecated. Use either `(a ? b : c) ? d : e` or `a ? b : (c ? d : e)` in /home/meutommaternal.com.br/public_html/wp-content/plugins/js_composer/include/classes/editors/class-vc-frontend-editor.php on line 646 | ||||
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| ( ! ) Warning: Cannot modify header information - headers already sent by (output started at /home/meutommaternal.com.br/public_html/wp-content/plugins/js_composer/include/classes/editors/class-vc-frontend-editor.php:646) in /home/meutommaternal.com.br/public_html/wp-includes/feed-rss2.php on line 8 | ||||
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Hoje a nossa coluna foi escrita por uma amiga e psicóloga incrível, Renata Garcia. Meu Tom Maternal já teve o prazer de te-la em uma live falando sobre fim de relacionamento. Hoje ela abre nossa seção de colunistas com um texto rico cheio de dicas para esse momento difícil mas que passa! Romeu e Julieta só morreram de amor, pois o what’s app, telegram, sms não existiam rs! Você não morrerá e o sol voltará a brilhar! Ele sempre volta para as nossas vidas.
Como superar o término de um relacionamento?
Uma das coisas mais difíceis da vida é superar um término de relacionamento, tendo sido uma iniciativa sua ou não. Independente de quanto tempo ficaram juntos, o que pesa ainda mais é o grau de intimidade e de cumplicidade que havia entre o casal. A intensidade da relação, sabe?
Por mais que isso aconteça em nossa vida, nunca estaremos realmente preparados e acostumados a isso, porque cada relação é única e mexe conosco de uma forma diferente.
Com o término de uma relação encerramos um ciclo e temos que viver intensamente esse luto para conseguir assimilar a perda e integrar nossas partes feridas, para assim, vivermos o que vem pela frente.
Infelizmente não há um tempo certo para vivenciar essa perda. Pode durar de 1 semana até 2 anos. Cada pessoa leva seu tempo, e é muito importante que, em primeiro lugar, a gente não se cobre, não se critique, não negue e nem queira atropelar esse momento, forçando coisas que não estamos preparados, só para “ficar bem logo”.
Isso porque há muitos “lutos” que precisamos fazer: luto das expectativas que não foram correspondidas, luto da mudança de rotina, luto do amor perdido, luto do papel que existia e não existe mais (mulher, esposa, namorada…), luto dos sonhos e projetos em comum, luto da vida como era…
Neste momento tudo que gostaríamos é ver o fim do sofrimento e saber data, local e hora para acabar, de preferência com uma receita de bolo para fazermos passo a passo e sairmos o quanto antes dali. Mas não tem. Na verdade, o melhor a fazer é VIVER esse luto e essa fase profundamente. Só assim vamos encerrar de vez esse ciclo de forma adequada.
Nada cura melhor a ferida do que olhar para ela e cuidar dela, sabendo esperar o momento da cicatrização. Essa é a parte difícil: vivenciar os sentimentos e emoções que vêm até esvazia-los. Ou seja, curtir a fossa mesmo, colocar para fora tudo que está preso aí dentro e é doído. Você pode escrever, falar, procurar um ombro amigo, uma terapia… o que te ajudar a ir se ficando cada dia mais leve e melhor, enquanto dá um sentido ao que te aconteceu.
Não é hora de fingir ser forte. Está tudo bem se sentir frágil, perdida, desamparada e vulnerável. Quanto mais você aceitar e respeitar seus sentimentos, mais facilmente irá se curar.
Aqui vão algumas dicas de como você pode enfrentar esse período sem sofrer tanto.
Seja paciente, viva um dia de cada vez, se cuide e confie que vai melhorar e que uma vida maravilhosa te espera pela frente! Acredite, pois você merece. E se precisar, conte comigo!
Um beijo,
Renata Garcia
@taeagora
www.taeagora.com.br
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